sexta-feira, 24 de maio de 2013

DIVERGIR SEM TRAUMAS MAIORES



Venho ouvindo algumas observações de amigos que estranham o meu modo meio “exagerado”, segundo elas, como venho “batendo” ultimamente em Paulo Martins ou no PT. Acho absolutamente normal que as pessoas possam estar estranhando isso, mas eu fico preocupado porque eu sei como é que funcionam aqui as diferenças políticas e como se tratam as pessoas que são adversárias mas se comportam mesmo, umas com as outras, como se fossem inimigas. Eu me considero uma pessoa que tenta não pessoalizar minhas divergências, seja de que tipo forem, com os meus semelhantes. Isso pra mim é muito claro. Enquanto eu tive uma postura vamos dizer assim, anti-bode ou pró-petista ou pró-Paulo Martins, não deixei de falar nem cumprimentar as pessoas que eram do outro lado e continuo fazendo a mesma coisa com meus supostos “neo-inimigos”, sem nenhum tipo de constrangimento. Por uma questão mesmo de temperamento. Embora me vejam como uma pessoa  radical, polêmica, controvertida, irreverente, eu tenho certeza de que  jamais faltei com o respeito às pessoas que foram/são objetos de críticas às vezes ásperas ou contundentes, pra não dar margem a que  elas tentem revidar isso com intimidação ou ameaça de reagir a isso com agressão física ou psicológica. Entendo que é prática da cultura  política local as pessoas retaliarem fechando portas ou tentando dificultar o acesso a outras portas que se abram, pra quem consideram inimigos. Pessoas me procuram pra divulgar alguma coisa sobre suas atividades e depois somem sem nenhuma explicação e eu fico sabendo depois que foram tentar envenenar a cabeça das pessoas com ideias do tipo o “zan é muito político, gosta de se meter em coisas que não é chamado...” ... Claro que isso dificulta minha vida, mas eu não sou pessoa de se preocupar com isso mais do que por algum tempo que aparecendo outra possibilidade eu demonstre que independente do “zan político”, existe o profissional que tem qualidades pra fazer e espaço por onde as pessoas possam divulgar suas coisas, de forma honesta e decente... Em Campo Maior é impossível pra mim, a essa altura da minha circunstancia de vida, não ser o “Zan político”, claro, e eu tenho que pagar por isso, me virando do jeito que posso pra tentar sobreviver fisicamente do jeito que der sem me desmoralizar... Agora, virar a cara quando me aproximo delas pra lhes cumprimentar ou fotografar, aí já é exagero imperdoável, pra mim... Relaxem, amigos, eleição só o ano que vem, por enquanto a temperatura ainda pode nos permitir que fiquemos rindo de nossas pequenas radicalices que podemos suportar nos outros sem querer canibalizá-los... Daqui a um ano o pau vai estar comendo solto e quem for fraco das pernas que se segure...Quem viver verá...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Cláudio Lembo: “A crise é o poder Judiciário”


Cláudio Lembo (PSD) foi secretário municipal em São Paulo quatro vezes, candidato a vice-presidente de Aureliano Chaves em 1989, vice-governador e governador de São Paulo. Nesta conversa, Lembo aponta a "falta de debate ideológico" como causa da violência em uma sociedade onde se trava uma luta entre os que podem e os que não podem "consumir com exagero". Para o ex-governador, "a crise é poder o Judiciário", que "se intromete indevidamente no Legislativo a todo momento". Lembo entende ser o PSDB "um partido reacionário como a antiga UDN", um partido "sem raízes na sociedade" e crê "na vitória de Dilma em 2014 no primeiro turno". Lembo diz que José Serra será "candidato a presidente", mas ironiza:
- (…) o povo não quer, aí é um problema entre o Serra e o povo. Me parece que há aí uma situação difícil, ele terá problemas muito graves e terá que procurar um psicólogo para resolver isso, porque povo e Serra não se casam.
Bob Fernandes: Governador, na sua história política o senhor foi da Arena, PFL, DEM, partidos conservadores no espectro político, ou, para usar um termo ideológico clássico, da direita. Quando o senhor era governador de São Paulo, à época dos ataques do PCC (maio de 2006), o senhor foi cobrado, instado a reagir com dureza, com violência até, e o senhor ali reagiu de forma contrária, atacou a elite, chamou-a de “elite branca, reacionária, que produziu a miséria.”. Ali houve uma ruptura sua? Que tipo de ruptura?
Cláudio Lembo: Primeiro psicológica, e da minha parte, e segundo com a sociedade em si, principalmente com a elite que não percebe a realidade brasileira. O que está se vivendo é uma guerra civil. Numa sociedade com exagero consumista como a nossa há quem se revolte… Quando não há uma luta ideológica há uma luta como a que estamos vendo nas ruas de São Paulo, isso no fundo é ausência de ideologia, quando havia ideologia havia conflito de ideias, hoje não há conflito de ideias, há um conflito de consumidores, os que não têm capacidade de consumo agem de todas as maneiras possíveis e agridem… Teríamos que educar, as televisões deveriam ser usadas para educar para o consumo, mas não, cada vez querem que se consuma mais, quem não tem capacidade para ser consumidor, agride… É ai que eu vejo um conflito entre a elite e a sociedade como um todo…
O senhor tem escrito nos últimos dias, se referido à “crise”. Onde, especificamente, o senhor percebe, localiza a crise?
A crise hoje está no poder judiciário. Se no passado eram militares que criavam crises, às vezes eram alguns políticos que criavam crises, hoje é o poder judiciário… O legislativo como um poder popular, com legitimidade popular, tem agido dentro dos parâmetros de um congresso, de um parlamento, agora os de cargos vitalícios, os ministros do Supremo, dos tribunais superiores, mesmo as cortes locais passam a ter uma visão aristocrática e acham que podem tudo e falam tudo equivocadamente e sem saber…
Há uma intromissão indevida do judiciário a todo momento  no parlamento. Param processos legislativos, agem criando normas, dizendo que há paralisia do legislativo. Não há paralisia no legislativo, o legislativo não é uma fábrica de salsicha. Uma lei para ser feita tem que haver grandes debates, fazer audiências públicas, um grande confronto com a sociedade, ouvir a sociedade… Agora, um homem sozinho em seu gabinete em Brasília dá um despacho e viola toda a…
O senhor está se referindo a Gilmar Mendes há algumas semanas…
Ele e o outros, os onze, hoje só são dez. agem, às vezes, um pouco abruptamente.
Há uma semana, em um texto, o senhor elogiava abertamente o ministro Joaquim Barbosa…
É verdade, eu elogiei, ele tinha feito, dito coisas interessantes, mas essa semana acha que ele escorregou… ele não podia chamar os partidos brasileiros de partidos de brincadeira, de brinquedo… Se são de brinquedo, estes brinquedos foram concebidos pelo Supremo Tribunal Federal. Os políticos cortaram na própria carne criando a clausula de barreira, ou seja, diminuindo o número de partidos de acordo com os votos que obtivessem… Quem criou o brinquedo foi o Supremo Tribunal Federal (ao liberar) não foram os políticos de mandato popular. Portanto, precisam tomar mais cuidado, ele e todos os demais, quando falam com a sociedade, senão criam um sentimento de hostilidade, ilegítimo, e de algo que não é real, não é verdadeiro.
Corrupção.  O que sempre se vê é a oposição do momento, o governo do momento, a mídia, tratando de maneira focal, localizada. Como o senhor percebe a corrupção?
A corrupção não é desse ou daquele partido, todos os partidos tem corruptos no seu interior e a sociedade também tem corruptos. A corrupção tem que ser combatida, e eu diria  a você que a legislação brasileira é boa para combater a corrupção…a lei de responsabilidade fiscal é notável, a lei de improbidade administrativa é notável. Estão em vigor no Brasil há 20 anos e tem sucesso. Portanto, hoje a corrupção é combatida.
O problema então é que haveria uma “justiça de classe”, assim como há a medicina, a saúde, a educação de classe?
Eu acho que sim. Só olham o parlamento, só olham os políticos e não olham a generalidade da sociedade. Isso é mau.
É um país de corruptos sem corruptores?
Não é um é país de corruptos. É um país como todos os demais países. A Espanha é assim, Portugal é assim, os Estados Unidos são assim… E hoje se combate a corrupção, tem mecanismos de transparência que combatem a corrupção. O que há é uma deformação dos meios de comunicação, que não percebem com clareza as situações que deveriam reconhecer, universalizam coisas muito específicas, o que é mau.
Sucessão presidencial no ano que vem. Quem estará com chances na reta da largada?
Uma previsão muito difícil um ano antes, mas acho que a presidente Dilma tem condições de ganhar no primeiro turno.
E o ex-governador e hoje senador Aécio Neves, eventualmente Eduardo Campos, governador de Pernambuco, talvez José Serra?
O PSDB não terá condições ainda de eleger um presidente da República, o traço do PSDB hoje é um traço rançoso, é o traço de um partido reacionário, que tomou o espaço da antiga UDN, que era um partido que não tinha raízes no povo, com a sociedade. Então não acredito que o governador Aécio, hoje senador, possa se eleger presidente da República… mas, poderá acontecer. E o Eduardo Campos, primeiro, é de um estado que está um pouco isolado do jogo político nacional, em segundo lugar ele é muito jovem e, terceiro, acho que ele foi um pouco assoberbado, avançou antes da hora, quis se lançar nacionalmente, mas era cedo.
Há noticia de que a presidente Dilma teria a certeza de que ele será candidato no ano que vem…
É possível, ela tem mais informações do que eu que estou aqui na planície… ou ela está dizendo isso para queimá-lo… Mas não acredito que ele seja candidato porque os próprios correligionários estão se revoltando contra a posição dele.
E o ex-governador José Serra, que a gente não sabe se será candidato a senador, a presidente?
Não, ele é candidato a presidente. Não tenho dúvida de que o José Serra quando nasceu foi batizado e foi dito a ele: “Será presidente da República”. Agora, o povo não quer, aí é um problema entre o Serra e o povo. Me parece que há ai uma situação difícil, ele terá problemas muito graves e terá que procurar um psicólogo para resolver isso, porque povo e Serra não se casam

Extraído do Terramagazine

Qual a alternativa pra isso aí, amigo Zan?

Há sempre alternativas, claro...A mais à mão é ficar atento para o modus operandi de quem está no poder por quatro anos e quer ficar lá o tempo que der pra continuar se dando bem, ao mesmo tempo que faz alguma coisa do tipo trocar asfalto e encanação da rede de água, estradas no interior, e tudo o que a midia paga pra isso diz que o prefeito faz...isso é feito sem mudar realmente muita coisa, porque na educação a situação é calamitosa, como demonstra o Ministério Público e por isso é acusado de partidarizar sua atuação no município... Não investir em educação e cultura é o jeito certo de manter tudo na mesma, ou seja, a população na miséria da burrice, da ignorância vista na dificuldade que as pessoas têm pra discutir civilizadamente seus problemas. Quando pessoas como o professores ribinha e césar robério, pessoas reconhecidamente capazes de entender e discutir questões, não se interessam por isso, há  algo profundamente negativo por trás disso... De Paulo Martins, uma pessoas sem formação acadêmica, formado na escola da vida onde aprendeu a vender refrigerante e cerveja desde menino, dá pra entender que não se interesse pelo teatro de Chico Pereira, por exemplo, é fácil de entender isso sem querer ofendê-lo como pessoa, mas césar robério e ribinha, fica difícil...Ano que vem tem eleição pra governador e deputado e senador... Até lá a gente vai ficar se preparando pra dizer pra essas pessoas que seus candidatos precisam no mínino, dar a impressão de que são menos ruim do que  eles ou os outros candidatos...enquanto isso a gente vai comendo o pão que dá pra comer na padaria da esquina...e rindo, que ninguém é de ferro, só pra deixar claro que não só estamos vivos, mas rindo dessa palhaçada toda aí...rs rs rs....

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Pense nisso...

  1. Uma imagem vale mais do que mil palavras. As 13 (?) palavras do post poderiam ser bem menos, que ainda assim seriam suficientes para darem uma exata dimensão dos problemas que afligem os moradores do bairro Cariri. O Cariri a exemplo de outros bairros bem conhecidos, como o Califórnia a Vila Papi, e alguns deles localizados na área urbana da cidade, como é o caso do Cariri, por analogia podemos dizer que representam a senzala para a casa-grande, cujos moradores, os dirigentes políticos, oriundos das tradicionais famílias, a elite, sempre habitaram a área nobre da cidade.E uma migalha aquí, outra acolá para os moradores da senzala era garantia da manutenção do conforto e do poder político aos moradores da casa-grande. Votos e mais votos nas urnas. A casa-grande disputava o poder e a senzala decidia. Aquele que melhor enganava, levava a melhor. Alto lá, que isto está mudando! E precisa mudar mesmo. Abaixo a casa-grande. Quem sabe o sr. Boêmio possa ser o agente a melhor organizar o povo do Cariri? Organizando-o com o sentimento de uma verdadeira comunidade, para reivindicar aquilo que lhe foi negado ao longo do tempo, pela outrora casa-grande.
  2. O comentário acima dá margem a que se entenda uma coisa muito clara, pra mim, pelo menos: a nossa elite ainda vai demorar muito a entender que os excluídos, os da senzala, vão ficar lá ainda por muito, muito tempo, por que da forma como a sociedade brasileira é organizada, mudam as pessoas mas a essencia da coisa não muda mesmo... Não tenho nenhuma dúvida de que mudam as elites, aqui em Campo Maior sou testemunha da ascenção de um grupo de pessoas que vieram a sua maioria de lá das camadas mais baixas de população, gente do cariri mesmo, do interior, filhos de vaqueiros, pequenos comerciantes, gente quase sem eira nem beira...essas pessoas aprenderam com as elites bem nascidas o jeito certo de ascender deixando à margem as pessoas que vivem nas periferias das migalhas como bolsa família, bolsa ócio, bolsa preguiça, bolsa seja o que for, porque isso é só uma forma mais ou menos sutil de mudar sem mudar nada...o pt e sua política de alianças orquestrada por lula pra granhar as eleições pra presidente da república que tem ganhado, são tudo o de que a nossa elite, os da casa grande, queriam pra continuar mandando e se locupletando do que sempre se locupletou pra continuar no controle de tudo...a ilusão de que um partido com histórico de ter em seu discurso de criação mais reformista que revolucionário e em seus quadro pessoas que se bateram em luta armada contra a ditadura militar, a cada dia se desfaz porque não passa de cortina de fumaça para encobrir que na verdade o grupo de pessoas que está supostamente a frente desse processo não quer na verdade outra coisa senão ascender socialmente, enriquecer, trocar de carro todo ano, construir belas "choupanhinhas" até nas próprias periferias de onde vieram, ironicamente, dar a impressão de que são sérios e comprometidos com a coisa pública, probos e honestos, etc., etc., quando na verdade pra mim a coisa fica muito clara quando assisto às sessões da câmara municipal e vejo as pessoas que a vida toda serviram da forma mais servil aos hoje opositores locais, dando todo o suporte pra que o sr. prefeito continue asfaltando as ruas, construindo estradas na zona rural, trocando os canos da tubulação com mais de cinquenta anos, são a prova maior de que as mudanças que aconteceram aconteceram em função da necessidade de se "chegar lá" dando a impressão de que não foi só isso que aconteceu...Nos meus 66 anos de vida e de vivência de política, passando por ditadura vividas ou conhecidas por leituras, me dou conta de que vou morrer e não me livro desse tipo de ditadura...a essa esquerda aí eu hoje não tenho medo de dizer: não contem mais comigo pra chegarem onde querem chegar, eu não tenho nada a ver com isso, MESMO... Não preciso dizer que não me bandearei pra direita nem que seja só pra sobreviver fisicamente, porque pra mim,a luta continua, sempre...como eu não sei... Boêmio é só um detalhe nesse quadro aí, uma liderança comunitária que chama o prefeito de tratante, os vereadores e lacaios do prefeito de estarem comprometidos com ele não com a população, no seu jeito meio tosco de ser e se comportar, me dá um sopro de ilusãod e que é por aí que eu posso me inserir no que eu considero que seja a minha obrigação como cidadão que já tá meio cansado de acreditar que vale a pena lutar pelo coletivo, mas não desiste disso.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Acale lança revista

 
Ação ACALE:
Em breve, dia 01 de junho, será o lançamento oficial da Revista da Academia Campomaiorense de Artes e Letras - ACALE.
Trata-se a edição Nº 01 e a ACALE tem a projeção que a Revista Acadêmica se consolide com periodicidade na cultura literária local. Nesta edição inaugural a revista traz como conteúdo a apresentação dos(as) patronos das cadeiras, bem como os/as respectivos(as) ocupantes dessas cadeiras e tráz, ainda, uma produção de cada membro seja uma prosa, um verso, uma arte plástica(pintura, escultura, xilogravura etc), uma composição musical. Enfim, a ACALE não foi pensada apenas para artes literárias, mas também de artes rítmicas e plásticas...
O projeto da segunda edição é para que seja aberto a participação da comunidade, ou seja, não será espaço somente do quadro de membros da instituição.(Texto: Comissão de divulgação social e imprensa. Foto: Xavier Soares)
Extraído do Facebook

Surubim News três já nas mãos do povo...

1) Sobre a entrevista com o promotor não cabe a reclamação de que não abrimos espaço para a versão da prefeitura: fizemos entrevista com o secretário professor ribinha, que não se dignou de responder...
2) Sobre a enquete "Campo Maior tem jeito?" fizemos entrevista com o secretario de relações institucionais césar robério, que também não se dignou de responder...
3) Agradecemos a colaboração destas pessoas para que o jornal chegasse às mãos do povo: dos vereadores Neto dos Corredores, Sena Rosa, Antonio Lustosa, Carlos Torres, Manoel Alvarenga, e do deputado Antonio Félix...
4) O pessoal da prefeitura teima em não prestigiar o nosso jornal e com isso tem tudo pra ficar de fora dos próximos números se continuar não querendo usar o espaço que disponibilizamos a prefeito e secretários, perdendo com isso a prefeitura e a comunidade campomaiorense, basta ver por exemplo, a entrevista do secretário de desenvolvimento rural, que ao contrário de seus pares, respondeu a nossa entrevista, dando uma contribuição valiosa para o debate que colocamos...
Meu amigo chico xehenhem com o seu exemplar, no bar do dom alberto...

Outros flagrantes de descaso do poder público com os moradores do bairro Cariri...

poste quebrado ameaçando cair em cima das casas  na rua amapá

pé do poste quebrado

poste no meio da rua

o grande defensor do bairro cariri em sua moto, Boêmio, ouvindo os moradores e denunciando  as irregularidades

moradora da praça pará, reclamando do abandono da praça

praça sem lâmpadas

brinquedos dos parquinhos quebrados

Obra de calçamento para por falta de pagamento aos trabalhadores...

Na rua Amapá, bairro Cariri, a prefeitura encostou pedras e contratou trabalhadores para fazer 180 metros de calçamentos, no início do mês. Há mais de duas semanas, as obras pararam por falta de pagamento aos trabalhadores, conforme relato do morador Fernando, que procurou o presidente da Associação de Moradores do Bairro, o comendador Antonio Francisco de Sousa Borges, o Boêmio, que ouviu a queixa do morador e procurou nossa reportagem para flagrar a situação, confirmada por fotos e constatação in loco da situação.



Eletrobrás apaga a luz do Cariri toda noite...

Denuncia do presidente da Associação dos Moradores do bairro Cariri, Antonio Fracisco de Sousa Borges, o Boêmio, junto ao escritório da Eletrobrás, dá conta de que todo dia, várias vezes ao dia, falta luz no bairro, como disse o morador Jaquelino, da rua Travessa Maguari, que procurou o presidente solicitando que procurasse a Eletrobrás para solucionar o problema. Boêmio procurou o escritório local da Eletrobrás e lá lhe disseram que ligasse para Teresina. Boêmio gastou 40 reais de crédito de celular e não conseguiu nada, a pessoa que lhe atendia só dizia, "aperte um, aperte dois, aperte tres..." ou então "aguarde, estou passando para outro atendente..." Boêmio vai procurar o poder judiciario para entrar com ação de danos morais e prejuizos materiais, para que a população seja resssarcida dos prejuizos com queima e danificação de aparelhos domésticos.

Campo Maior será município modelo em transparência administrativa


Campo Maior será o primeiro município do Piauí a ter um projeto piloto de transparência administrativa. O programa será implantado pela Controladoria Geral da União, (CGU), que na próxima quarta-feira, 22/05, enviará técnicos da CGU para fazer um encontro para escolha de comissão de instalação do projeto de Acesso a Informação Pública (AIP).
Nesse projeto, a Prefeitura de Campo Maior vai criar a ferramenta de Informação ao Cidadão (SIC). Toda essa tecnologia está dentro do Programa Brasil Transparente, que tem por objetivo apoiar os municípios na Lei de Acesso à Informação. “Campo Maior será o município piloto para que a gente possa implementar essas ferramentas de governo aberto em outros municípios”, confirmou Orlando de Castro Júnior, chefe da CGU no Piauí.
Na próxima quarta-feira, 22, o prefeito Paulo Martins estará assinando o Termo de Adesão e Compromisso ao Programa Brasil Transparente, que será executado em Campo Maior com a ajuda da Controladoria Geral da União. “Eu agradeço a CGU por ter escolhido Campo Maior para iniciar esse importante projeto de transparência. Nós fomos referência em ser uma gestão aberta e assim continuará, com a crivo da CGU”, confirmou o
Texto e foto:PortalCampoMaior

ESCÂNDALO! MP vai investigar contratos milionários da prefeitura de Campo Maior


Se valendo de um decreto de emergência baixado pelo prefeito Paulo Martins, a prefeitura municipal de Campo Maior contratou os mais diferentes serviços sem o processo de licitação durante 90 dias.
Uma dessas contratações foi para adquiri combustíveis e lubrificantes para as secretarias de Saúde, Educação, Administração e Desenvolvimento Social do Município por um prazo 60 dias, no valor R$ 116.144,52 junto à empresa Antonio Pereira Sobrinho.
O estranho é que os contratos foram celebrados em 28 de fevereiro deste ano e findaram em 28 de abril último, mas a publicidade do ato do prefeito Paulo Martins só foi publicada no veículo oficial, Diário Oficial dos Municípios, de terça feira, dia 14 de maio, quando o serviço já havia sido realizado por inteiro.
MAIS DE 1 MILHÃO E MEIO PARA BEBIDAS E GÊNEROS PERECÍVEIS
A denúncia foi feita pelo Portal GP1 no dia 16 desde mês. O mesmo portal já havia denunciado no dia 10 que a Prefeitura contratou no ano passado a empresa João Ferreira da Silva Neto ME para aquisição de gêneros perecíveis e bebidas no valor total de R$ 1.579.455,00.
Os pregões foram realizados em 2011 e os contratos com a empresa foram assinados nos meses de janeiro e março de 2012, mas os extratos só foram divulgados neste ano no Diário Oficial dos Municípios de quarta-feira (8).
A empresa foi contratada para fornecer gêneros perecíveis e bebidas para as Secretarias Municipais de Saúde, de Educação, de Desenvolvimento Social e de Relações Institucionais.
MINISTERIO PÚBLICO VAI INVESTIGAR
Nesta segunda feira, dia 20, o promotor Cezário de Souza, que responde pela comarca de Campo Maior, falou sobre o assunto. Segundo ele, o Ministério Público irá investigar as denúncias do contrato por R$ 1,5 milhão de reais para fornecimento de bebidas e o combustível para abastecer quatro secretarias no valor de R$ 116.144,52 e o fato dos contratos só terem sido publicados no Diário Oficial dos Municípios depois da realização dos serviços.
“Já comecei uma investigação sobre a empresa João Ferreira da Silva Nunes ME e sobre o posto de combustível, como foi a licitação, como se chegou a esse valor. Eu vou investigar essa denúncia, ela é referente a valores muito altos e no caso dos combustíveis envolve quatro secretarias”, disse o promotor Cesário. O prefeito não foi encontrado para comentar os contratos
Texto e fotos do CampoMaiorEmFoco

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Caravana brincante do Mamulengo Fantochito passará por Campo Maior em junho...



CARAVANA BRINCANTE
CASSIMIRO COCO

“Tombei, tombei, tornei tombar
A brincadeira já vai começar...”




O grupo de teatro de Bonecos Mamulengo Fantochito criado pelo  artista popular bonequeiro e pesquisador AFONSO MIGUEL, com mais de 30 anos de trabalho, vem desenvolvendo pelo Brasil, América latina e Europa, ensinamentos do oficio de ser bonequeiro em todas as etapas da construção e criação do espetáculo de bonecos.
Através do Programa Banco do Nordeste de Cultura estamos levando o projeto CARAVANA BRINCANTE DO CASIMIRO COCO para as cidades de Parnaíba, Piripiri, Campo Maior e Teresina. Realizaremos apresentações dos espetáculos Lua de Papel e Flor do Mamulengo. Ademais ministraremos oficinas de criação de bonecos em parceria com escolas das cidades visitadas.

Programação:
Parnaíba                      20 á 25 de maio
Campo Maior             24 á 29 de junho
Piripiri                         23 á 28 de setembro
Teresina                      21 á 26 de outubro

O Grupo Teatro de Bonecos FANTOCHITO

ATOR-BONEQUEIRO AFONSO MIGUEL
Tem com responsável pela coordenação criação e confecção dos bonecos e manipulação dos bonecos nos espetáculos.
JAMES BRITO  guitarrista
FRANCISCO LUIZ  percussionista
W. JESUS  produção






A FLOR DO MAMULENGO
                Espetáculo de mamulengo tradicional.
O vaqueiro Benedito e sua mulher Joaninha viajam juntos, em busca de melhores dias pra sua vida e de seus filhos que logo vem a nascer. Num embate pela sobrevivência lutam com uma cobra gigante que representa as dificuldades da vida.
No desenrolar da história os bonecos, no gracejo de seus movimentos, provocam risos e alegria do público que participa ativamente da brincadeira. Com duração de 50 minutos com variação dependo do publico. E ocupando um espaço de 4X4 metros quadrados e iluminação aberta  e branca.
LUA DE PAPEL
Espetáculo de bonecos de fios, marionetes. São quinze bonecos que manipulados contam a história de um violinista que virou morador de rua. O velho Faustino, no cansaço de sua velhice e das dificuldades para sobreviver dorme seu sono profundo no banco da praça. Tocando seu violino conta sua história e seus sonhos. A noite vem e tocando para Lua Faustino vai a busca da Felicidade. É o testemunho da lua que mesmo de papel brilha na imaginação. Com duração de 30 a 40 minutos. Com ocupação de um espaço de 4X4 metros quadrados, com iluminação banca e simples.






OFICINA CRIAÇÃO DE BONECOS
A oficina é objeto de informação e formação de pessoas que buscam aprender um oficio milenar que faz parte das manifestações populares. O desenvolver da oficina se propõem a dar orientação para compreender a historia do teatro de Bonecos. O trabalho visa possibilitar o exercício do “fazer com as mãos”, ou seja, realizar o trabalho artesanal que o teatro de bonecos exige do pretenso bonequeiro. Além de mostrar o trabalho de criação do espetáculo a parti dos bonecos criados e construídos na oficina, com o objetivo final de mostra pra o público com o resultado do trabalho realizado na oficina.


Patrocínio Banco do Nordeste/BNDES/Minc

Apoio Prefeitura Municipal de Campo Maior Pi