CAMPO MAIOR NÃO É DIFERENTE!
Quase 50% dos homens brasileiros afirmam ter um amigo ou conhecido que batem na mulher.
Surpreende que, no total de homens, 2% declarem que “tem mulher que só aprende apanhando bastante”. Além disso, entre os 8% que assumem praticar violência, 14% acreditam ter agido bem e 15% declaram que bateriam de novo, o que indica um padrão de comportamento e não uma exceção.
Agora vejam porque em Campo Maior não é diferente do Brasil...

O que é mais complicado nessa questão é que as mulheres que são vítimas dessa violência são pessoas absurdamente vulneráveis a essa situação que ainda em pleno século 21, onde temos até uma mulher presidente da república em nosso país de machistas, é responsável por isso, no fundo, ou seja: a dependência da mulher, financeira, física, emocional, cultural, ao homem. A lei Maria da Penha tem dificuldades de ser aplicada com mais eficiência por conta disso. Na hora de prender "seu" homem que lhe espancou, a maioria das mulheres prefere aliviar a situação do canalha e dizer que não, prefere apanhar a vê-lo preso por ter lhe espancado, e aí, companheiros, não tem lei Maria da Penha, que vira Maria da Peia, que dê jeito... Isso é quase tragicômico, mas é real...
ResponderExcluirA violência não atinge só as mulheres, são crianças, adolescentes, é o tipo da violência silenciosa e dissmiluda. O abuso do álcool é um forte agravante da violência física (conforme vi no bairro Matadouro) onde a pessoa que bebe torna-se extramamente agressiva, às vezes nem lembrando com detalhes o que teria feito durante a sua ira. As mulheres precisam ficar alertas, a violência não costuma aparecer de uma hora para outra, no namoro já é possível identificar um possível agressor.
ResponderExcluirHL/SP