1) Há um movimento na cidade contra a troca das barracas de palhas por barracas de lona nos próximos festejos
2) E dizem que a questão não é o risco de pegar fogo nas barracas de palha, embora se diga que seja...
3) A questão mesmo é a grana que rola nos contratos de aluguéis das barracas de lona...
4) Dinheiro que nem palha..."comissão" de 10% dá pra trocar de carro...
5) É o que me diz quem tá por dentro de tudo...
6) Além de romper uma tradição, o prefeito vai ter que se explicar sobre as denúncias de que rola uma grana preta por trás de tudo...
7) Amiga minha me diz que quem tem medo de barraca de palha pegar fogo é quem tem rabo de palha...eu, hem?
8) Claro que eu não acredito, mas mesmo não havendo fogo nas barracas de lona, quem diabo é que vai apagar essa fumaça?
9) Desde a década de 60, quando começaram o movimento das barracas, que elas são de palha...
10) O risco de pegar fogo numa barraca de lona é o mesmo de pegar fogo numa barraca de plástico, diz quem é entendido no assunto...
Onde há fumaça, há fogo.E sem a unidade do corpo de bombeiros, que o governo do estado ia instalar em Campo Maior, e que ficou só na promessa, como é que fica? Uma câmara de vereadores cuja maioria dos seus integrantes é governista. Melhor dizendo, composta de veredores do prefeito. Fiscalizar? Não é com eles. E quem assegura que nesta troca das barracas de palha, por barracas de lona ou mesmo de plástico, não vai rolar, por debaixo do pano, uma grana preta, azul, amarela ou mesmo vermelha? Vermelhou! Vermelhou! O mais preocupante nisso tudo, é a turma religiosa quem sempre leva um terço. Mas não é pras novenas do glorioso Santo Antonio não! Entenderam? Observa-se que o tom dos debates e discussões acerca das mudanças que a prefeitura vai implementar, visando dar uma repaginada nas estruturas das barracas, estão centradas na questão da quebra de uma tradição que perdura há décadas. Até parece que o campomaiorense prima pelos valores e pelas tradições culturais da cidade. Prédios históricos foram demolidos, inclusive com a ajuda de maquinário da prefeitura. Quem se importou? O casario histórico de uma parte do centro da cidade está sendo destruído, às vistas de todos. E ninguém fala nada. Peças do Museu do Couro foram subtraídas. Ninguém sabe, ninguém viu. O tal museu, quem sabe notícias dele? E assim, a continuar, predominando, as paixões partidárias, para os do poder, dinheiro que nem palha, e para o povo, lona. Estão deixando de lado o "xis" da questão...
ResponderExcluirO xis da questão é que esse negócio de transparência por aqui é conversa fiada, todo mundo faz tudo do jeito que acha melhor e não tá nem aí se vão falar ou deixar de falar...eu fico apavorado como é que por aqui todo mundo não consegue minimamente cumprir nenhum tipo de trato do tipo "te ligo amanhã pra gente fazer algo ali ou passo em tua casa pra gente ir não sei onde..." enfim, depois de velho eu tenho que virar um cara sem compromisso com horário, digo que vou e não vou, que faço e não faço, pra poder sobreviver...é mole ou tão achando pouco? e ainda tenho que rir de tudo isso...
ResponderExcluirNos meus sessenta e lá vão anos, nunca presenciei uma barraca de palha dos festejos pegar fogo. Afinal, temos um padroeiro forte, que goza de muito prestígio do Todo-Poderoso, e que jamais deixou de cuidar, lá de cima, das homenagens que lhe prestam os fiéis campomaiorenses cá embaixo. Depois da hora religiosa, de novena na catedral, o momento social das barracas, que significa a continuação dos encontros e reencontros entre parentes, amigos, conterrâneos, visitantes (que a gente chama turistas) e eternos apaixonados, que revivem antigas emoções. Por que a preocupação, agora, com perigo de incêndio? Qual a razão da troca da palha do nosso carnaubal por lona ou plástico dos bilinguinguins-dos-infernos!? Parece que até nessas coisas existe a nefasta intromissão da velha política (ou politicagem), ou de interesses financeiros escusos!? Santo Antônio!
ResponderExcluirO encarregado de eventos da prefeitura, ulisses raulino, me disse que a troca das barracas obedece aos seguintes argumentos:1) fica mais barato e mais fácil de montar e desmontar; 2) mas vai ser decidido em reunião que acontecerá no teatro, nesta segunda feira...
ResponderExcluirPalha ou lona o risco são iguais. Pelas décadas decorridas não me lembro de nenhum incidente com as barracas de palha durante o festejo.
ResponderExcluirhlima/sp
O problema não é o material que as barracas vão ser feitas. O problema é a questão da segurança. Seja qual for o material utilizado, o correto e da segurança a todos.
ResponderExcluirSe permanecer barracas de palha, que é tradição, que os orgãos competentes possam da garantias de segurança a todos. E se for as que querem utilizar, as barracas de lona e ferro, que seja feito às claras, em pratos limpos, e tambem com a devida segurança. O que não se concebe é ma aplicação do dinheiro público e tambem que o povo corra perigo.