terça-feira, 20 de maio de 2014

Vereadores que estavam no executivo retornam à Câmara...

A manobra foi vista como a primeira reação do prefeito Paulo Martins à criação da CPI do SAAE... A segunda veio na sessão de ontem, por requerimento do lider da bancada da situaçao: arguir pelo impedimento dos vereadores Sena Rosa e Neto dos Corredores, de participarem da CPI, por terem feito denúncias previas à Polícia Federal, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado, das irregularidades apontadas no requerimento de criação da CPI, o que, segundo o vereador Carlos Torres, caracterizaria ilegalidade. Maninho, Ribinha e Fernando Miranda voltaram à Câmara em substituição a Wilden Brito, Regina do ZéChico e Antonio Lustosa, suplentes que ocupavam suas cadeiras enquanto estiveram à frente da Secretaria de Saúde, Educação e do SAAE... Segundo a presidente da casa, vereadora Josenaide Matos, a questão levantada pelo vereador Carlos Torres ficou de ser analisada e decidida se aceita ou não, na próxima sessão da Câmara, na próxima semana... Outra manobra vista como reação da bancada da situação, foi o pedido de afastamento da CPI, alegando questões pessoais, feita pelo vereador Luiz Lima...

Um comentário:

  1. Voltaram para onde nunca deviam ter saído. Até mesmo porque os ditos cujos edis foram eleitos para exercerem um mandato de vereador fruto de uma escolha popular. Para um um poder que constitucionalmente compete legislar, fiscalizar os atos do poder executivo e também julgar o chefe do executivo municipal. E dependendo da denúncia e após todo um processo com amplo direito de defesa do acusado cassar o gestor municipal. Essa malandragem amparada, diga-se de passagem, na lei constitui-se numa verdadeira promiscuidade envolvendo os poderes legislativo e executivo. Ah! mas isso cai como uma verdadeira luva para alojar apaniguados e cumprir acordos feitos por debaixo e por cima dos panos visando interesses de grupos políticos. E com essa antiquiquíssima forma se ganha eleições no Brasil. Em Campo Maior não tem sido diferente. Fala-se em reforma política. Mas que reforma? Para contrariar os mesquinhos interesses politiqueiros dessa turma? Apenas o congresso faz aquí acolá uma reforminha eleitoral. Os argumentos oficiosos quanto ao retorno dos três vereadores, que retornaram aos seus postos na câmara municipal são hilariantes. E de uma hipocrisia quanto aos suplentes afastados. Pois quem não for muito forte, ouvindo ou lendo o palavriado que tentam justificar o caminho de casa dos três coitadinhos que perderam a boquinha derrama lágrimas de compaixão e piedade. E o circo está na cidade, mas os palhaços como assim a classe política teima em tratar o povo, há muito tempo, desde os tempos imemoriais da Batalha do Jenipapo, já faz parte do picadeiro. O perigo é o circo pegar fogo.

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