quarta-feira, 9 de abril de 2014

Vereadores da base aliada insatisfeitos com a administração de Paulo Marftins...

Carlos Torres e Manoel Alvarenga usaram a tribuna da Câmara na sessão de ontem, pra externarem sua insatisfação com a administração do prefeito Paulo Martins. Carlos Torres disse que cansou de tentar falar com o prefeito para reclamar do que considera incompetência de alguns dos assessores  que segundo ele, estão pisando na bola, e leu requerimentos que faz diretamente ao chefe do executivo, reclamando de 1) educação, 2) trânsito, 3) limpeza urbana, 4) finanças e 5) obras... Manoel Alvarenga reclamou da falta de esclarecimento sobre a verba federal que conseguiu por emenda da deputada federal Iracema Portela, de seu partido, da parte da Comissão de Licitação da prefeitura, quando à utilização desses recursos que já foram liberados e não se vê definição sobre a utilização deles... Manoel Alvarenga voltou a criticar a direção do Hospital Regional da cidade, que, segundo ele, não atende às necessidades de quem procurar a casa de saúde da cidade, quando precisa... Até o lider Edivaldo Lima, pasmem, disse que  tem coisa que não se justifica que sejam empurradas com a barriga da forma como são e  que não entende por que não se resolve coisas como tapação de buracos e capina de matos pela cidade toda...O único vereador que defendeu o prefeito com a veemência de sempre, foi o vereador Antonio Lustosa, que vem sendo acusado, na surdina, pelos seus próprios aliados, de estar querendo usar seu prestígio junto a Paulo Martins, em detrimento deles...Ciumeira braba, principalmente porque Lustosa  estaria  querendo puxar o tapete do lider Edvaldo Lima que reage dizendo que não tem apego à função e que na hora que o prefeito resolver lhe tirar dela, não faz a menor questão de brigar por ela... Na verdade, o efeito eleição já se faz sentir entre os vereadores da base aliada, onde ali existe gente comprometida com tudo o que é candidato a deputado estadual, que não são exatamente os mesmos candidatos de Paulo Martins... 


Um comentário:

  1. No ano 64 de nossa era, um terrível incêndio destrói parte de Roma. Milhares de pessoas, aterrorizadas e com o corpo em chamas, atiram-se às águas do rio Tibre e acabam morrendo afogadas.
    Da sacada de seu palácio imperial, Nero aparece extasiado com a cena dantesca. Insano, toma sua lira e improvisa uma canção diante de atônitos auxiliares, dentre os quais o arquiteto Phaon, autor do projeto de uma nova Roma, "livre da gentalha e de tanta imundície".
    Em meio ao tumulto, corre o boato de que fora o próprio Nero o mandante do incêndio. Nessa altura, a turba ululante parte para fazer justiça com as próprias mãos. Em pânico, Nero cinicamente se declara "pronto para punir exemplarmente os culpados".
    É quando uma sádica imperatriz Popeia traz a sugestão de inimaginável monstruosidade: atribuir a culpa da tragédia aos cristãos, ideia que logo se transforma na versão oficial e os atira às garras de leões famintos no Coliseu.Além desse pavoroso episódio histórico, a expressão "ver o circo pegar fogo" traz também a lembrança da expressão "alegria do palhaço é ver o circo pegar fogo".rsrsrsrsrsr Eu espero que o palhaço, a plateia, os animais e os artistas do circo se safem. se o circo pegar fogo espero que os bombeiros não demorem como de costume senão... Realmente terei que ver o circo pegar fogo!!

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