terça-feira, 15 de abril de 2014
Quanto custam os "votos" de um vereador de Campo Maior nas eleições deste ano?
1) "Ninguém é de ninguém, na vida tudo passa..." (Letra de um bolero de muito sucesso na voz de Cauby Peixoto, nos anos 50)
2) Quem der mais leva?
3) Quem tem mais dinheiro em Campo Maior, pra gastar na "compra" de voto de vereador, Paulo Martins, Raimundo Pereira ou Silvia do Cahú?
4) Vereador eleito na última eleição municipal transfere voto pra candidato a deputado estadual ou federal?
5) Quem conseguiu 200 ou 300, ou até mesmo 500 votos, mesmo não se elegendo, "vende" seus votos a algum candidato a deputado estadual ou federal este ano?
6) A corrida aos votos dos vereadores da chamada base aliada do prefeito Paulo Martins vai fazê-la rachar? Já rachou?
7) A brincadeira só tá começando...
8) Alguns vereadores vão conseguir acender vela pra Deus e Satanás na vista dos dois?
9) E a liderança do Edvaldo Lima na Câmara, dança em função da eleição?
10) Quem sobreviver verá ou sobreviverá?
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Zan larga de ser babão quem precisa mais de voto são os felix e você nem se quer os cita com medo de perder a mamadinha
ResponderExcluirEstive agora pela manhã indagando dos vereadores da oposição na câmara e deles ouvi o que achei que era o óbvio, que eles todos apoiam o deputado Antonio Félix, para deputado estadual e que seguirão a orientação desse parlamentar quanto ao nome que apoiará para deputado federal...o mesmo não pode ser dito da chamada base aliada, onde os interesses de cada vereador não coincidem com os de seu suposto lider, o prefeito Paulo Martins, por razões que só cada um dels sabe por que...Babão (não é assim como me vejo, mas que não me incomodo se me acham assim, pelo ccontrário...) assumido pra mim é mais honesto do que esconder no anonimato pra me atacar porque tem medo de se assumir como babão que é...a legião e babãos de Paulo Martins é tão cretina que tem medo de se sssumir como tal...isso pra mim é que é profundamente desonesto, mas isso ja é outra coisa...
ExcluirNum interessante artigo publicado no site Comgresso em foco, os bacharéis em direito César Gandhi, Guilherme Brandão e Walter Brandão, funcionários públicos que coordenam o projeto Erga Ommes, uma iniciativa de caráter apartidário e voluntário que promove a educação política nas escolas públicas de ensina médio do Distrito Federal, analisam o Documentário "Luises - o solrealismo maranhense" que mostra o clamor de um povo que tenta despertar das sombras para se livrar de seu imperador onisciente, de bigode grosso e patente alta. O nosso velho conhecido de guerra Sarney. E lá no Maranhão já se vão mais de 50 anos desta sombra. E cá do outro lado na margem direita do Velho Monge, cantado em verso e prosa pelo poeta amaratino Da Costa e Silva, as nossas sombras têm sido várias ao longo do tempo. Um americano, caras pálidas e até um indio. Em matéria deste naipe de sombra o Maranhão não nos causa nenhuma inveja. O que nos leva a uma nada animadora conclusão: o povo seguirá sua triste sina de bater palmas para a caravana. Enquanto ela desfila em tempo de eleições. E a propósito os supracitados autores do mencionado artigo falam no decorrer do mesmo que se voto mudasse algo ele seria proibido. Não muda é certo, mas propociona lucros. A quem não tem nenhum escrupulo. As bancas estão postas. Quem se arvora de possuir, de ter um curralzinho nem que seja de 200 votos, por certo futura uma boa grana. Afinal, como bem assinalam os autores já citados, vivemos uma democracia dos que decidem os rumos da nação para o povo, pelo povo, mas SEM o povo.
ResponderExcluiraberta a temporada de negociações...
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