domingo, 6 de abril de 2014
"Comi todas as mulheres que quis..."
José Wilker era daqueles atores que fazia bem qualquer papel e roubava geralmente a cena de que participava. Acho que disse essa frase aí de cima quando fazia no cinema o papel de um homem que foi traído pela mulher e ficou com o trauma delas ao ponto de só falar com elas de costa pra elas... Falo de Antonio Conselheiro, filme que eu não vi, mas que não retratou do personagem os seus percalços com mulheres (teria sido interessante se isso tivesse acontecido...), mas a propósito dele e dos cinquenta anos do golpe de 64, lembro que tinha um parente muiito próximo que era militar no Recife do pré-golpe e se "infiltrou" num grupo de artistas ligados ao governo Miguel Arraes, entre eles, José Wilker, que já, naquela época, dava a impressão de que comia todo mundo que queria... Mas, por que falo desse lado de ZéWilker, quando todo mundo só lembra que ela era um cara extraordinário, uma cabeça maravilhosa, um puta ator, etc.,? Nada me irrita mais do que ouvir as pessoas falarem bem de quem morre, fico achando tudo meio forçado, falso... Em alguns personagens ele deixou essa imagem, de macho bom de cama, como o Vadinho da Da. Flor e seus dois maridos... Morreu talvez como tivesse querido morrer: dormindo no leito da mulher amada...
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eu tenho uma historia com ele... um dia eu estava em Copacabana e ele simplesmente avançou na frente do meu carro a pé, quase matei a criatura e le me xingou ainda... e eu gritei "olha onde anda seu cego" e quando ele me olhou de frente eu ví quem era... e eu disse " desculpe, você merece que eu me cale pelo que é e pelas risadas que eu já dei", mas ela não perdoou, achou que eu estava errado e pronto e foi andando xingando...
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