quinta-feira, 23 de maio de 2013

Qual a alternativa pra isso aí, amigo Zan?

Há sempre alternativas, claro...A mais à mão é ficar atento para o modus operandi de quem está no poder por quatro anos e quer ficar lá o tempo que der pra continuar se dando bem, ao mesmo tempo que faz alguma coisa do tipo trocar asfalto e encanação da rede de água, estradas no interior, e tudo o que a midia paga pra isso diz que o prefeito faz...isso é feito sem mudar realmente muita coisa, porque na educação a situação é calamitosa, como demonstra o Ministério Público e por isso é acusado de partidarizar sua atuação no município... Não investir em educação e cultura é o jeito certo de manter tudo na mesma, ou seja, a população na miséria da burrice, da ignorância vista na dificuldade que as pessoas têm pra discutir civilizadamente seus problemas. Quando pessoas como o professores ribinha e césar robério, pessoas reconhecidamente capazes de entender e discutir questões, não se interessam por isso, há  algo profundamente negativo por trás disso... De Paulo Martins, uma pessoas sem formação acadêmica, formado na escola da vida onde aprendeu a vender refrigerante e cerveja desde menino, dá pra entender que não se interesse pelo teatro de Chico Pereira, por exemplo, é fácil de entender isso sem querer ofendê-lo como pessoa, mas césar robério e ribinha, fica difícil...Ano que vem tem eleição pra governador e deputado e senador... Até lá a gente vai ficar se preparando pra dizer pra essas pessoas que seus candidatos precisam no mínino, dar a impressão de que são menos ruim do que  eles ou os outros candidatos...enquanto isso a gente vai comendo o pão que dá pra comer na padaria da esquina...e rindo, que ninguém é de ferro, só pra deixar claro que não só estamos vivos, mas rindo dessa palhaçada toda aí...rs rs rs....

4 comentários:

  1. Os problemas são vários e vão alem da educação. Falaram demais e não possuem o minimo de competência pra realizar pelo menos o básico. #mordendoalingua

    Weslley Paz

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  2. As pessoas têm dificuldades para discutir civilizadamente seus problemas. Temos alternativas, mecanismos, meios para para o enfrentamento do problema, e iniciar um processo que busque mudar o comportamento das pessoas no convívio social? Temos. Infelizmente um dos meios que dispomos, não é utilizado no sentido de fazer a cidade pensar e agir coletivamente, na construção de uma sociedade justa e solidária. Que meio é este, então? Refiro-me à comunicação radiofônica. As rádios comunitárias, que de comunitárias pouco ou nada têm a ver com os propósitos a que foram criadas, são na prática porta-vozes de uma determinada facção política. Uma outra rádio, dita convencional, por ser comercial, nada mais faz do que proselitismo político. E deve ser de plantão. Como visa o lucro sempre estará ao lado de quem é poder. Resumo da ópera: só fazem política partidária, levando o povo a exacerbar os sentimentos e paixões políticas por fulano, sicrano, beltrano, por grupo político A, grupo político B e por aí vai. E concluindo sem muitas delongas, as nossas rádios da maneira como se comportam, em nada contribuem para mudar o atual quadro. Pelo contrário, contribuem ainda mais para aumentar as dificuldades que as pessoas têm, em discutir civilizadamente seus problemas. Esta questão é apenas uma faceta de um problema que é bem mais amplo, e que tem raízes históricas.

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  3. Recebi e aceitei convite pra participar de um programa de entrevistas e debates numa dessas rádios comunitárias que tem na cidade...no futuro pretendo usar a web pra veicular coisas faladas e televisadas numa rádio/tv que sonho disponibilizar aqui pela rede...

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