O ex-prefeito de Campo Maior, Paulo
Martins (PT), rebateu as acusações feitas pelo prefeito Joãozinho Félix (PPS),
de que teria encontrado a Prefeitura “saqueada”. O petista negou as acusações e
destacou que encontrou a Prefeitura do Município cheia de dívidas e com os
salários dos servidores em atrasos. Além disso, o prefeito destituído afirmou
que quitou dezenas de débitos e realizou transição administrativa como nunca
havia sido feita em municípios piauienses.
Paulo Martins destacou que, desde o mandato de deputado, assumiu uma postura de combate à corrupção, ajudando a afastar quatro feitos e ainda derrubando um esquema de cartel nos postos de combustível do Piauí. “Não faria diferente na Prefeitura”, pontuou. Segundo ele, ao assumir o comando da Prefeitura de Campo Maior, havia apenas sete computadores em dez das secretarias municipais. “Quando saí da Prefeitura ficaram 130, fora os computadores que atendem a saúde, educação e assistência social”, pontuou.
Paulo Martins destacou que, desde o mandato de deputado, assumiu uma postura de combate à corrupção, ajudando a afastar quatro feitos e ainda derrubando um esquema de cartel nos postos de combustível do Piauí. “Não faria diferente na Prefeitura”, pontuou. Segundo ele, ao assumir o comando da Prefeitura de Campo Maior, havia apenas sete computadores em dez das secretarias municipais. “Quando saí da Prefeitura ficaram 130, fora os computadores que atendem a saúde, educação e assistência social”, pontuou.
O petista ressaltou que sua
administração foi reconhecida pelo Sebrae, onde foi considerado prefeito
empreendedor. “Foram 900 empresas formalizadas na nossa gestão”, contabiliza. O
prefeito rebateu ainda as denúncias de que deixou a prefeitura saqueada e em
dívidas. “Recebemos a Prefeitura com 14 inadimplências e entregamos sem nenhuma.
O município estava com quatro meses de salários atrasados para os servidores da
educação e 50% dos servidores recebiam menos de R$ 300 de salários. Isso sem
falar nas pessoas que assinavam recibos em branco para depois receberem os
salários”, denunciou.
A situação, segundo ele, foi
regularizada e hoje os servidores municipais recebem pagamento em banco através
de um cartão eletrônico. “Implantamos a tabela de pagamento e nossos servidores
sabiam o dia que o dinheiro estaria em conta”, citou, acrescentando que deixou
R$ 4 milhões em conta até o dia 9 de agosto. “Quando assumimos pegamos uma
dívida de R$ 21 milhões em débito com o INSS e a Prefeitura devia R$ 16 milhões
em precatórios”, denunciou.
Mostrando documentos, Paulo Martins
destacou que ao assumir o município, haviam débitos de R$ 300 mil em
empréstimos consignados e R$ 1,2 milhão na previdência própria do município.
“Todas essas denúncias foram encaminhadas ao Ministério Público e à Polícia
Federal. Fizemos esforços para fazer uma transição legal, pedimos que ele
enviasse 13 pessoas para assumir as secretarias nesse processo transitório.
Agora, o que queremos é que ele honre os compromissos com o município e com os
servidores”, finalizou.
Texto e foto:PortalCampoMaior

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