segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

FORÇA DA DILMA É A FORÇA DA ESPERANÇA


Ela teve contra si a natural desorganização de início de governo, uma alta da inflação que seus adversários brandiram como sinal do caos, uma verdadeira chacina ministerial – que despedaçou na mídia sete de seus auxiliares – e uma crise mundial que paralisou as economias centrais.
Ela era inexperiente, ia viver à sombra de Lula, não controlaria o PT, não seria capaz de manter unida sua base de apoio e, resumindo, do ponto de vista político, seria “um poste”.
E aí está Dilma Vana Rousseff com um índice de aprovação, ao final de seu primeiro ano de mandato, superior ao que tiveram todos os demais presidentes da República  desde que se restabeleceram as eleições diretas neste país.
E se seus méritos pessoais foram grandes e muitos – e ninguém senta naquela cadeira e faz tudo o que quer e muito menos como quer – ela chega a esta posição não apenas por eles.
A solidez da avaliação positiva de Dilma é, sobretudo, a solidez de uma percepção, que não será facilmente destruída, de que esse país pode e está caminhando para ser o que dele sempre esperou, às vezes secretamente, o povo brasileiro: um grande, livre e justo país.
É certo que José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, manipulando o terror da inflação, conseguiram picos de popularidade. Mas eram espertezas, não projetos, guinadas e não rumos.  Por isso, desfizeram-se.
Foi no governo Lula que se descortinou a face da esperança para o povo brasileiro.
Não tivemos uma revolução, mas o interesse do país e o da população passou a pesar na roda do leme, e ela o percebeu, muito embora tentem nos distrair, seja quando se amplificam as mazelas de que está cheio este país, seja quando nos fazem olhar apenas o céu e esquecer das correntes terríveis em que temos de navegar.
Aí está Dilma, dona de uma força política que faz gaguejarem seus adversários, protegida no julgamento popular - como Lula ficou – dos salpicos de lama com que se a tenta atingir, pronta para por em marcha, agora, a etapa que lhe cabe nesse processo de libertação do Brasil e de dignificação da vida de sua gente.
Essa é, para os que amam de fato o Brasil e o povo brasileiro, a finalidade do prestígio político e da confiança popular: mudar o país. E Dilma, por tudo o que foi e é, sabe disso.
Está em marcha esta mudança e veremos, este ano, como ela se tornará palpável, visível e  profunda.

Brizola Neto é Jornalista e Deputado Federal pelo Rio de Janeiro.

2 comentários:

  1. O povo acreditando na Dilma do jeito que demonstra quer dizer que o Brasil tem jeito, o mundo tem jeito, a vida tem jeito, eu tenho jeito... rs rs rs

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  2. Pinuca,
    A coisa mais acertada que já fiz, desde que me tornei eleitor, foi ter votado para essa grande estadista, a Presidente Dilma. Pois ela sempre me transmitiu a segurança necessária que se exige dos governantes inteligentes e trabalhadores. Já pensou se o Serra tivesse sido eleito? Chega a me dá arrepios. O seu esquema de gatunagem, tendo à frente o maior mafioso do mundo, esse tal de Ricardo Sérgio de Oliveiras, já estava todo preparado para liquidarem com as riquezas de nosso País, haja vista as patifarias mostradas no livro do Jornalista, Amaury Ribeiro Jr, A PRIVATARIA TUCANA. Que barbaridades!!!!

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