quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Que venham a nós as criançinhas...

Já fiz o meu dever hoje de, embora não tenha nenhum filho ou neto criança, levar pras crianças de alguns amigos, pequenos e baratos presentinhos só pra não me sentir totalmente indifenterente à alegria de ver estampado nos rostinhos delas a alegria de receber um carrinho, uma bonequinha, já fui criança, eu sei, como diria Chico César, já fui criança, eu sei... Andei aqui atrás dum livrinho que comprei e  li este ano sobre Adolf Hitler, mas não achei, onde li que ele, sim, o grande vilão do século XX, foi uma criança adorável e feliz, como  qualquer outra criança, pobre, rica, feia ou bonita, que a gente encontra no nosso dia a dia. O que Adolf Hitler virou, não é bom nem a gente pensar no que podem se transformar as criançinhas de hoje que no futuro serão monstros como o ditador nazista, ou simples psicopatas que cometem as atrocidas de nosso dia a dia. Façamos essas criançinhas felizes sem pensar nas infelicidades que elas possam viver ou provocar no futuro, senão não poderemos viver a fantasia de viajar nos brinquedinhos que a gente dá a elas hoje e que elas vivem porque são inocentes como a gente nunca deveria deixar de ter sido... 
O bebê Adolf Hitler

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