Vivendo e aprendendo ou não aprendendo. Se existe algo em que a gente costuma reincidir é nessa coisa do envolvimento emocional com pessoas que a gente encontra pelo caminho de nossas andanças e batendo cabeça e quebrando a cara, a gente está sempre disposto a um sorriso ou rosto atraente, por mais que isso signifique, como sempre, algum sofrimento e alguma dor. Tenho uma dificuldade absurda de me relacionar. Algo meio patológico, mas fazer o quê, a necessidade de a gente satisfazer essa carência básica de todo ser humano, que é tentar se completar no outro, no diferente, no oposto, nos compele a isso, por mais diferenciado que a gente se ache. Por mais que se tente preencher o dia a dia com atividades que ocupem a mente e o coração da gente, fica o vazio que não quer calar, a dor que quer ser vivida, sofrida, gozada, sei lá o quê. Se eu fosse poeta, fazia versos cantando isso tudo, mas como minha alma é mais reflexiva, de pensar e querer entender tudo, é mais uma dor essa de não encontrar explicação pro inexplicável, como dizia o poeta... Fico a maior parte do meu tempo livre deitado numa redinha ao lado de uma janela onde aparece todo tipo de gente, que vem aqui atrás de alguma coisa que eu posso dar ou receber, às vezes durmo e acordo com a voz de alguém que espero ou não espero, quero e não quero ver, por algum motivo, isso enquanto vejo a violência estilizada da televisão americana nas Leis e Ordens duma cultura que banaliza a violência a tal ponto que a gente acha a coisa mais normal do mundo pegar uma arma e sair por aí matando quem a gente quer ou não matar... No meio disso tudo a dura estatística real de mais de cem homicídios por dia... Mesmo assim ainda consigo dormir com o barulho do boteco da esquina, cantando dores de amores perdidos e achados... Sou feliz e não me dou conta disso, por certo...

Zan, deixa de frescura, tu precisa é de uma mulher que te preencha esse vazio de tua solidão de macho véi...
ResponderExcluirClaro, anõnimo, preciso dessa mulher, sem dúvidas, mas se for descomplicada e sem outro amante ciumento, melhor aínda... Socializar relacionamentos não deixa de ser um exercício de desprendimento e termina sendo prático porque dispensa uma convivência o tempo todo, que normalmente é insuportável...
ResponderExcluirZan, olha ao teu redor e me enxerga, idiota...
ResponderExcluirFlor da carnaubeira, tu tá de gozação comigo, para com isso... mas na dúvida aparece aí prum suco de qualquer coisa...
ResponderExcluirOntem me lembrei de uma antiga companheira, que gostava de fazer suco de cenoura, pepino, beterraba e limão e de ontem pra cá me empanturrei da coisa... Ducarai, como diz NettodeDeus, leve, sadio e nutritivo...
ResponderExcluirÉ muita imaginação meu amigo, flor da carnaubeira! Na linguagem dos poetas, dessa flor, nem o Elmar lembrou-se. Ofereça a ela um suco de jenipapo.
ResponderExcluirSimãozim, só nós com a nossa inocência acreditamos em algo como flor da carnaubeira, coisa de algum amigo gozador querendo nos fazer de bobo... já enjoei o suco de beterraba, pepino e cenoura, de tanto tomar da coisa de ontem pra cá, mas um amigo do peito me trouxe indagora uma bacia de caju de Sigefredo Pacheco, que eu já comecei a morder e me lambuzar... ô vida, rapaz... enquanto isso meu irmão Isaac, nada...
ResponderExcluirPinuca,
ResponderExcluirPela dica deixada pela comentarista flor da carnubeira, trata-se de uma linda menininha do "sexo feminino" querendo namorar-te.
Essa do Neville foi a melhor, RRSSS
ResponderExcluirSimão, vc. e ZéNeville estão a querer me induzir à prevaricação...Como bom cristão, eu me vingo de traições com fidelidade... Pode rir, se quiser... rs rs rs ou como faz o Netto de Deus: quáááááááá´...
ResponderExcluirOlha só meu velho amigo ZAN destruindo corações, quem diria. Isso faz você lembrar dos versos de Vinicius de Moraes.
ResponderExcluir"Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.."
Essa vai para você e a flor da carnaubeira, uma das estrofes do Poema "Soneto de Fidelidade."
Um abraço do Amigo Prof. Paulo Pelé
O prof. Paulo Pelé foi outro que acreditou na brincadeira da flor das carnaubeiras... grandes gozadores...
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