quarta-feira, 21 de setembro de 2011

E SE EU RESOLVER CONTAR MINHAS MEMÓRIAS, VOCÊS AGUENTAM?

Passei anteontem por uma casa na rua Pe.Fábio, esquina com a Dr. Moura, posta à baixo, no chão, recentemente. Ia na garupa da moto de um amigo. Eu devia ter meus dois, tres anos, não me lembro de nada, mas lembro que na minha família, se falava do tempo em que tínhamos morado ali. Ando pensando mais no que fiz da minha vida do que normalmente faço, acho que é a idade, as coisas que velhos costumam fazer. Às vezes sinto medo de morrer sozinho, de terminar meus dias sem ninguém com quem brigar ou discutir ou mesmo que faça um cafezinho pra espantar o sono, quando cochilo aqui na rede ignorando os dramas dos seriados policiais americanos que passam o tempo todo na televisão. Vou fazer isso, pra passar o tempo e quem sabe me lembrar de algumas lembranças ruins que me fizeram sofrer e que eu ainda não exorcizei de todo... Uma moça que eu mal conheci outra dia, me perguntou um dia desses por que eu não contava a minha história? Pois é...

Um comentário:

  1. Claro que eu não vou contar tudo e em alguns momentos só quem sabe do que eu vou falar, vai entender... Lembram da matéria que escrevi na revista do Belchior sobre o assassinato do França Catura? É naquela linha...

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