Um assessor de comunicação de um órgão qualquer tem por missão mostrar nos espaços de que dispõe o que de bom e certo fazem as pessoas que lhe dão o emprego, ou eventualmente, defendê-las de acusações e injúrias de que sejam vitimas. Venho fazendo isso e recebendo dos patrões até elogios em público pelo desempenho dessa função. Isso é uma coisa. Outra coisa é de que me acusa uma canalha que manda uns comentários que são verdadeiros atentados à língua portuguesa, pois conseguem numa frase de dez palavras cometer em média onze erros de ortografia, sintaxe, concordância, etc., além de obrigarem o leitor a perder um tempo absurdo para se entender o que querem dizer. Pois bem, essa canalha, me acusa de distorcer os fatos em favor dos que me dão emprego. Eu tenho uma regra de convivência com dois tipos de gente com quem me deparo no dia a dia, os canalhas e os ignorantes; quando calha de ter as duas qualidades é terrível, mas acontece; a regra de convivência que adoto com essa malta é a seguinte: não tento convencê-los nem a ninguém de que são um coisa ou outra, por uma razão muito simples, ou seja, já é carma pesado ser canalha e ignorante, ou seja, não é preciso que eu os exponha publicamente a classificá-los nessa categoria, pois eles já são punidos por serem canalhas e ignorantes... Dito isto, entro nos detalhes: escrever pra mim dizendo que o que foi dito na matéria sobre a audiência da Câmara na terça passada, sobre o salário do Fernando Miranda, não é verdade, é ofender as pessoas que estavam lá (mais de cinqüenta pessoas), inclusive o próprio vereador Sena Rosa, que foi desafiado a provar que o salário do Fernando não era o que disse que era, mostrando cópia da lei que fixava isso... Verdade se prova com provas não com opiniões, isso é regra elementar em comunicação. Se me pagassem mais do que eu ganho no SAAE para inventar o que não existe ou defender corruptos de todos os tipos, eu simplesmente me contentaria em sobreviver com a pensão que o INSS fixou para minha aposentadoria que me vai ser paga a partir do mês quem vem, ou seja, um salário mínimo, ou R$ 545,00. Reputação, meus camaradinhas, não se faz nas coxas, vão aprendendo...
Pinuca,
ResponderExcluirAinda bem que a canalhice jamais prospera, pois os canalhas, como você frizou, são seres desprezíveis, pusilâmines, covardes e ratos de esgotos. Enquanto os cães ladram a caravana passa incólume. Prossiga em seu trabalho com honestidade e lisura e nada lhe acontecerá. Parabéns pela sua retidão de caráter.